
A fraude da WPATH ruiu no mundo: Por que razão o SNS português continua a obedecer-lhe?
Uma sucessão de escândalos globais expôs a verdadeira natureza desta instituição, levando o seu modelo ao colapso conceptual e ético.

Uma sucessão de escândalos globais expôs a verdadeira natureza desta instituição, levando o seu modelo ao colapso conceptual e ético.

Volker Türk apresenta uma interpretação da política de género como um imperativo de direitos humanos. Reem Alsalem, outra titular de mandato da ONU, e a Genspect mostram por que razão essa interpretação está longe de estar assente.

Por um olhar atento à saúde infantil, aos jovens vulneráveis e ao debate internacional

É bom que António José Seguro ouça, de viva voz, quem está a perder os seus para a ideologia de género. Que saiba quais os reais riscos da atual lei da autodeterminação de género que rende milhões a várias fileiras de gente (entre farmacêuticas, médicos, psicólogos e associações LGBT), mas que está a destruir milhares de jovens vidas.

A Genspect, a maior organização internacional de defesa de crianças e jovens em questionamento identitário contra a medicalização hormonal e cirúrgica, chegou a Portugal.

“O que começa como uma mudança no papel pode terminar em marcas impossíveis de apagar. Estamos chamando de progresso o que, no futuro, poderemos chamar de tragédia. É hora de devolver aos médicos a liberdade de diagnosticar e à sociedade a coragem de questionar: estamos protegendo vidas ou sacrificando corpos em nome de ideologias? Leia e reflita sobre a ilusão perigosa do cuidado sem prudência.”

“O que começa como uma mudança no papel pode terminar em marcas impossíveis de apagar. Estamos chamando de progresso o que, no futuro, poderemos chamar de tragédia. É hora de devolver aos médicos a liberdade de diagnosticar e à sociedade a coragem de questionar: estamos protegendo vidas ou sacrificando corpos em nome de ideologias? Leia e reflita sobre a ilusão perigosa do cuidado sem prudência.”

Num contexto em que o modelo de afirmação de género tem sido amplamente promovido como resposta ao sofrimento de jovens com incongruência de género,

O Relatório Cass (2024), uma revisão abrangente sobre a saúde de crianças, adolescentes e jovens adultos vulneráveis, trouxe à luz um conjunto de preocupações