Lista de médicos e psicólogos portugueses que defendem os bloqueadores hormonais em crianças e as transições de sexo relâmpago com base em ‘percepções’

Texto de Marisa Antunes

Primeiro, vergonha alheia pelos meus coleguinhas com assento nas redações, que cobrem o Jornalismo de Saúde e se mantêm calados que nem ratos perante a enormidade do que a Ordem dos Psicólogos e um grupo numeroso de médicos e psicólogos, muitos deles a exercer em hospitais públicos com acesso direto a crianças e jovens com questões identitárias, anunciaram há dias – a defesa da ideia de que qualquer jovem pode ter acesso a uma transição social imediata, com tudo o que isso implica, a partir de um processo ultra-simplificado para mudar o nome e género no Cartão de Cidadão.


Estamos absolutamente nas mãos destes meus coleguinhas que dominam a media e que continuarão a dar cobertura a este crime que tem vindo a ser cometido nos últimos oito anos, tudo permitindo, sem denúncia pública, perante o horror – jovens, invariavelmente com traumas vários, no espectro do Autismo, em homofobia internalizada, autoginefilia ou outras comorbilidades, recebem guia de marcha para iniciar processos de trânsição em uma ou duas consultas, de 15 minutos. Por isso, pf PARTILHEM O MEU POST.

Depois e, muito importante – quando clicarem a lista de médicos e psicólogos (link a laranja) irão constatar que entre esta gente que defende a “medicina de afirmação de género” (mais que rebatida em todo o mundo), os bloqueadores hormonais (já mais do que cancelados em todo o mundo) e a negação do manual de boas práticas para as questões de género – o Cass Report – que pede, precisamente, o regresso a uma prática médica assente em evidências científicas e não em dogmas absurdos, irão constatar que existe um número elevado de profissionais ligados ao SNS. Tal não admira porque Zélia Figueiredo, uma das psiquiatras mais transativistas de Portugal, que prescreve hormonas a crianças de 11 anos passados 10 minutos de consulta, foi nomeada pelo PS para coordenar a Saúde LGBT no SNS e fez-se rodear de pessoas da sua estirpe, com enorme influência dentro do SNS e com acesso direto a estes miúdos. Na lista verão nomes como:
– Pedro Morgado, psiquiatra, que desde 2022 assume as funções de coordenador Regional de Saúde Mental na Administração Regional de Saúde do Norte (ARS‑Norte).
– Marco Gonçalves, psiquiatra, que em conjunto com a sua equipa (que também assinam o parecer) faz transições-relâmpago na unidade de género no Júlio de Matos
– André Ribeirinho Marques faz o mesmo, no Egas Moniz. Só para citar alguns ex.
Esta gente chama a estas práticas de “medidas afirmativas”… Mais, apelidam os bloqueadores hormonais, um tema escalpelizado em todo o mundo (excepto em Portugal por gente que só envergonha o jornalismo), de “procedimentos medicamente sãos”… Um gozo, portanto…
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