Será que a sanidade está finalmente a regressar?
Texto de Marisa Antunes
O PSD apresentou um projecto-lei que visa revogar a famigerada Lei n. 38/2028 que permite a qualquer um, por simples “percepção” decidir mudar de género, sem relatórios psiquiátricos, sem um diagnóstico decente, apenas assente no mantra “a pessoa sabe quem é”.
Pois, mas talvez não saibam.
Quem está mentalmente instável, quem sofreu traumas sexuais, quem sofre de homofobia internalizada, Autismo, autoginefilia, etc, etc, não está em condições de tomar decisões de amputações dos próprios órgãos. Só cabeças dementes podem achar isto normal.
A proposta de lei que contará, certamente, com os votos favoráveis do Chega e do CDS (que também apresentaram projectos similares) e da Iniciativa Liberal (que, recorde-se, votou pelo cancelamento do ideológico manual “Direito a Ser nas Escolas”) pretende recuperar a lei 7/2011 que permite a mudança de género apenas a maiores de 18 (atualmente é 16) e obrigatoriamente com um relatório feito por uma equipa multidisciplinar que ateste que a pessoa é, efetivamente, transgénero.
Atualmente, por semana, em média, há 12 pessoas a mudar de género no Cartão de Cidadão. Doze por semana.
Haja bom-senso para repor os verdadeiros valores da empatia e humanidade para com estes jovens.
E está na hora dos pais e jovens detrans colocarem no banco dos réus os médicos e psicólogos que, de forma leviana, pactuaram com o crime.
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