{"id":1183,"date":"2024-04-01T01:00:00","date_gmt":"2024-04-01T01:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/juventudeemtransicao.pt\/?p=1183"},"modified":"2024-04-01T11:52:24","modified_gmt":"2024-04-01T11:52:24","slug":"as-raparigas-que-ninguem-quer-ver","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/juventudeemtransicao.pt\/index.php\/2024\/04\/01\/as-raparigas-que-ninguem-quer-ver\/","title":{"rendered":"As Raparigas que ningu\u00e9m quer ver"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-post\" data-elementor-id=\"1183\" class=\"elementor elementor-1183\" data-elementor-post-type=\"post\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3be9f80f elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"3be9f80f\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-41be8de8\" data-id=\"41be8de8\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-d08ca8a elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"d08ca8a\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><\/p>\n<h5><span style=\"color: #ff0000;\">Redac\u00e7\u00e3o<\/span><\/h5>\n<p><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-776cfded elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"776cfded\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><\/p>\n<p><time datetime=\"2022-04-21T07:00:01-04:00\" data-timestamp=\"1650538801\"><span style=\"color: #ff0000;\">1 de abril 2024<\/span><\/time><\/p>\n<p><\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-581b6e6e elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"581b6e6e\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p>H\u00e1 uma revolu\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria a acontecer em Portugal e que est\u00e1 a impactar diretamente as mulheres, ou melhor dizendo, as jovens mulheres. Por dia, mais do que uma pessoa muda de g\u00e9nero no seu Cart\u00e3o de Cidad\u00e3o e escolhe o nome pelo qual deseja iniciar essa nova etapa da sua vida. A maioria s\u00e3o raparigas, cada vez mais jovens, uma tend\u00eancia global e que contrasta com o padr\u00e3o que sempre existiu nesta \u00e1rea onde a maioria das pessoas trans eram homens (a transacionar para mulheres) e j\u00e1 maduros (acima dos 28 anos).<\/p>\n<p>Dados do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a apontam para crescimentos exponenciais, desde a pandemia, no n\u00famero de pessoas a mudar oficialmente de g\u00e9nero. Em 2023 foram exatamente 529 pessoas, o maior n\u00famero registado at\u00e9 ao momento, das quais 327 s\u00e3o raparigas que transacionaram para o g\u00e9nero masculino, ou seja, cerca de 62% do total.<\/p>\n<p>J\u00e1 em 2022, tinham mudado de g\u00e9nero e nome no cart\u00e3o de cidad\u00e3o, 519 pessoas, uma m\u00e9dia de 10 pessoas por semana, um aumento de 30% em rela\u00e7\u00e3o a 2021, ano onde o acr\u00e9scimo tinha sido igualmente bastante significativo em rela\u00e7\u00e3o a 2020, em cerca de 70%.<\/p>\n<p>A multiplica\u00e7\u00e3o de registos \u00e9 habitualmente explicada pelos ativistas como resultado da lei da autodetermina\u00e7\u00e3o de g\u00e9nero que entrou em vigor em Portugal em 2018 por\u00e9m, invariavelmente, fica sem resposta as raz\u00f5es que explicam esta invers\u00e3o nos r\u00e1cios por sexo. E, tamb\u00e9m muito relevante, porque raz\u00e3o um n\u00famero muito significativo de novos casos de pessoas trans incide sobre pessoas que nunca tiveram qualquer incongru\u00eancia de g\u00e9nero durante a maior parte da sua exist\u00eancia, surgindo esta em situa\u00e7\u00f5es de cont\u00e1gio social online ou presencial?<\/p>\n<p>Contestada inicialmente por movimentos ativistas que tentaram desacreditar o seu trabalho, a investigadora Lisa Littman foi a respons\u00e1vel por cunhar o termo Rapid Onset Gender Dysphoria (ROGD), num estudo publicado em 2018 e que estabelece liga\u00e7\u00f5es entre este aumento exponencial de casos trans &#8211; um fen\u00f3meno que se verifica em quase todos os pa\u00edses ocidentais onde o acesso tecnol\u00f3gico \u00e9 acess\u00edvel &#8211; e o cont\u00e1gio social online, em moldes similares \u00e0 anorexia, auto-mutila\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p>\u201cROGD\u201d descreve uma nova categoria de indiv\u00edduos que se identificam como transg\u00e9nero, marcada por n\u00fameros nunca antes vistos e por raz\u00f5es muito diferentes das dos transexuais adultos das \u00faltimas d\u00e9cadas. Ao contr\u00e1rio de outras pessoas que se identificam como transexuais e que se sentiam confusas sobre o seu sexo desde a primeira inf\u00e2ncia, os indiv\u00edduos ROGD desenvolvem sintomas de ang\u00fastia sobre o seu sexo e pap\u00e9is de g\u00e9nero s\u00f3 na adolesc\u00eancia. S\u00e3o adolescentes que atravessam o tumulto da puberdade que descobrem o conceito de ser trans e, incentivados por outros adolescentes, ruminam sobre essa fantasia\u201d, conta Laura Becker, ex-transg\u00e9nero, em entrevista dada ao portal da Genspect, organiza\u00e7\u00e3o que re\u00fane profissionais da sa\u00fade mental de todo o mundo e tamb\u00e9m pessoas trans e detrans.<\/p>\n<p>Estas crian\u00e7as, sublinha ainda a detrans, \u201cs\u00e3o recrutadas em plataformas de redes sociais como TikTok e Instagram, onde algoritmos da Internet bombardeiam as suas mentes influenci\u00e1veis. Elas s\u00e3o alimentadas por uma s\u00e9rie de an\u00fancios de e para transg\u00e9neros e recebem valida\u00e7\u00e3o de estranhos que lhes dizem que ser trans \u00e9 fixe e at\u00e9 saud\u00e1vel mentalmente. Elas acabam, frequentemente, por se conectar online com adultos que os incentivam a procurar cirurgias e hormonas para melhorar sua sa\u00fade mental\u201d, alerta ainda Laura Becker.<\/p>\n<p>Este movimento, alimentado tamb\u00e9m por influencers online com milh\u00f5es de seguidores e que promovem desde cl\u00ednicas de g\u00e9nero a produtos comerciais (como por exemplo, binders, esp\u00e9cie de soutien muito justo usado para masculinizar o peito), ganhou escala quando foi poss\u00edvel substituir o diagn\u00f3stico de \u201cperturba\u00e7\u00e3o de identidade de g\u00e9nero\u201d pelo de disforia de g\u00e9nero, express\u00e3o que define o severo desconforto corporal e emocional das pessoas que n\u00e3o se identificam com o seu sexo biol\u00f3gico. Uma altera\u00e7\u00e3o fulcral para retirar carga negativa ao diagn\u00f3stico (ao eliminar o termo \u2018perturba\u00e7\u00e3o\u2019) tendo a disforia passado a constar no manual DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) preconizado pela influente World Professional Association for Transgender Health (WPATH)<em>, <\/em>que defende a \u201cdespatologiza\u00e7\u00e3o\u201d como condi\u00e7\u00e3o essencial para reconhecer a diversidade de g\u00e9nero, retirando complexidade aos processos de afirma\u00e7\u00e3o e agilizando os tratamentos hormonais e cir\u00fargicos, a chamada terapia afirmativa.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><strong>Contra a \u201ccastra\u00e7\u00e3o\u201d dos jovens<\/strong><\/h4>\n<p>S\u00e3o comuns as hist\u00f3rias mediatizadas das pessoas que afirmam, desde a tenra inf\u00e2ncia, que sentem ter nascido no corpo errado e que esperam, penosamente, durante anos por um reencontro entre o que sentiam interiormente e o que desejavam ver refletido no espelho, um al\u00edvio que conseguiram atrav\u00e9s da medicaliza\u00e7\u00e3o hormonal e cir\u00fargica. Mas a enormidade dos n\u00fameros esconde tamb\u00e9m este outro fen\u00f3meno \u2013 a do surgimento de casos de pessoas que se assumem como trans de forma inesperada, fora do padr\u00e3o habitual das pessoas transg\u00e9nero, jovens que nunca antes tinham percecionado a tal incongru\u00eancia de g\u00e9nero, sendo tamb\u00e9m eles encaminhados para processos demasiado r\u00e1pidos de transi\u00e7\u00e3o sexual.<\/p>\n<p>\u00c9 para estes que a comunidade m\u00e9dica, de uma forma global, tem alertado para os perigos da ideologia pol\u00edtica, de g\u00e9nero e da press\u00e3o de lobbies, num assunto que \u00e9 demasiado s\u00e9rio pois \u00e9 da vulnerabilidade da sa\u00fade mental dos mais jovens que se trata.<\/p>\n<p>As chamadas de aten\u00e7\u00e3o chegam de todo o mundo. Dos Estados Unidos, por exemplo, a reputada pedopsiquiatra Miriam Grossman tem-se desdobrado em entrevistas a alertar os pais para \u201cdespertarem para o perigo da ideologia trans\u201d e em Espanha, Celso Arango, que at\u00e9 2022 presidiu \u00e0 Sociedade Espanhola de Psiquiatria, n\u00e3o hesitou dizer, em entrevista ao El Mundo, que \u201cexiste atualmente um boom de pessoas trans que na realidade n\u00e3o o s\u00e3o\u201d. Ainda mais c\u00e1ustico, outro espanhol, o psiquiatra Javier San Sebasti\u00e1n, antigo diretor da Unidade de Psiquiatria Infantil do Hospital Ram\u00f3n y Cajal, em Madrid, receia que este fluxo inesperado, venha a \u201cdesencadear um aumento de suic\u00eddios porque vai gerar mutila\u00e7\u00f5es, e passado algum tempo, arrependimentos\u201d. Tamb\u00e9m no Reino Unido t\u00eam sido v\u00e1rios os profissionais de sa\u00fade mental a denunciar a m\u00e1 pr\u00e1tica dos colegas. Um dos mais recentes alertas veio do psiquiatra Az Hakeem que lan\u00e7ou em outubro o livro Detrans: When Transition is not the solution\u201d. Em entrevista recente ao Daily Mail, o m\u00e9dico afirmava que \u201cser trans ou n\u00e3o bin\u00e1rio passou a ser uma subcultura\u201d e que nos arriscamos a criar na\u00e7\u00f5es com um elevado n\u00famero de crian\u00e7as e jovens \u201ccastrados\u201d.<\/p>\n<p>A multiplica\u00e7\u00e3o de n\u00fameros em Portugal atraiu a aten\u00e7\u00e3o de organiza\u00e7\u00f5es como a Genspect, associa\u00e7\u00e3o fundada pela psicoterapeuta irlandesa Stella O\u2019Malley \u2013 que lan\u00e7ou recentemente o livro \u201cWhen kids say they\u2019re trans: a guide for thoughtful parents\u201d, em co-autoria com Sasha Ayad e Lisa Marchiano \u2013 e que vai realizar uma confer\u00eancia em Lisboa, em setembro deste ano, para alertar precisamente para os riscos das terapias hormonais e das cirurgias de redesigna\u00e7\u00e3o de sexo.<\/p>\n<p>Em Portugal, onde este fen\u00f3meno at\u00edpico chegou mais tarde, continua a ser tabu aprofundar o tema nos media nacionais, tal\u00a0 como aconteceu no passado recente, em outros pa\u00edses, onde a quest\u00e3o de g\u00e9nero acabaria por ser indevidamente politizada prejudicando at\u00e9 os jovens efetivamente trans, como acontece em certos estados dos Estados Unidos, que bloquearam o acesso dos tratamentos m\u00e9dicos de que eles necessitam.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<h4><strong>Su\u00e9cia e outros pa\u00edses colocam trav\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>Mas paulatinamente esse tabu tem vindo a esboroar-se \u00e0 medida que se multiplicam as hist\u00f3rias, as den\u00fancias e at\u00e9 mesmo os processos judiciais interpostos pelos \u2018detrans\u2019, pessoas que se arrependem e fazem posteriormente a destransi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No reditt detrans, rede social onde se partilham hist\u00f3rias de destransi\u00e7\u00e3o e que passou de 9.000 usu\u00e1rios h\u00e1 tr\u00eas anos para cerca de 52 mil atualmente, a depress\u00e3o, os traumas sexuais ou patologias como o espectro de autismo s\u00e3o fatores-comuns nos desabafos de quem questiona agora todo o processo em que se envolveu e que deixou marcas irrevers\u00edveis.<\/p>\n<p>Atentos a esta avalanche de casos trans e ao n\u00famero igualmente crescente de casos detrans, muitos pa\u00edses est\u00e3o a colocar barreiras \u00e0s terapias afirmativas associadas \u00e0 lei da autodetermina\u00e7\u00e3o de g\u00e9nero (assente nos tratamentos hormonais e cirurgias) e est\u00e3o a regressar \u00e0 psicoterapia.<\/p>\n<p>A Su\u00e9cia, com uma cultura progressista no tratamento das pessoas transg\u00e9nero, foi um dos primeiros a colocar um trav\u00e3o \u00e0 terapia afirmativa e \u00e0 medicaliza\u00e7\u00e3o preconizada pela WPATH. Em 2020, um artigo do The Guardian, dava conta de \u201cum aumento de 1500%\u201d desde 2008, de casos de disforia entre jovens de 13 a 17 anos, a maioria nascidos com o sexo feminino. S\u00f3 em 2021, foram registados cerca de 820 novos casos na Su\u00e9cia. Ao argumento de que este aumento se deveu a uma maior toler\u00e2ncia da sociedade \u00e0s pessoas trans, o psiquiatra Mikael Landen, m\u00e9dico-chefe do Hospital Universit\u00e1rio Sahlgrenska, em Gotemburgo &#8211; que contribuiu para o estudo cient\u00edfico no qual o Conselho de Sa\u00fade sueco baseou a sua decis\u00e3o de regressar \u00e0 terapia mais hol\u00edstica &#8211; , respondeu \u00e0 AFP: \u201cA toler\u00e2ncia tem sido elevada na Su\u00e9cia pelo menos nos \u00faltimos 25 anos, por isso n\u00e3o se pode dizer que mudou\u201d.<\/p>\n<p>\u00a0Noruega, Dinamarca, Fran\u00e7a e Reino Unido tamb\u00e9m est\u00e3o a seguir o mesmo caminho e a concluir que os riscos inerentes \u00e0 transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o ultrapassam os benef\u00edcios expect\u00e1veis a longo prazo.<\/p>\n<p>Resta saber at\u00e9 quando Portugal ir\u00e1 esperar para fazer um balan\u00e7o da sua pol\u00edtica na \u00e1rea de sa\u00fade transg\u00e9nero. <\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Redac\u00e7\u00e3o 1 de abril 2024 H\u00e1 uma revolu\u00e7\u00e3o identit\u00e1ria a acontecer em Portugal e que est\u00e1 a impactar diretamente as mulheres, ou melhor dizendo, as jovens mulheres. 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